sábado, 24 de novembro de 2012

A VIDA É PRA SER VIVIDA...



A vida é como o nascer do sol,
Pode ser linda ou trágica.
Tudo vai depender do olhar,
Lindo ou trágico...


A vida é como o nascer do sol,
Fria ou quente.
Dependerá da forma como você agir...


A vida é como o nascer do sol,
É constante...



Lília Durán


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

PELE



Não morri,
Não renasci.
É apenas pele...

Não é luz,
Não é sombra,
Não é a noite.
É apenas pele...

Não é dor,
Não é sofrimento.
É apenas pele...

Não sei o que é, 
Só sinto.
É pele...


Lília Durán

domingo, 18 de novembro de 2012

LUZ...


Vida pulsa novamente.

Vida?! Havia esquecido...

Esquecido a vida?! Esperança...

Esperança?! Há uma luz brilhando...

Luz?! Brilhando?!

Não! É meu coração que volta a pulsar...


Lília Durán



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

CORAÇÃO PARALISADO





Coração paralisado ou alma paralisada?
Não sei ao certo, mas parar de sentir 
É bem agradável do que sentir dor...
Esta dor pungente que atingiu meu coração.

Coração?! Órgão que bombeia todo o sangue...
Mas, está transbordando lágrimas de sangue,
Lágrimas amargas com gosto de Terra,
Terra que invade meu sangue...

Sangue?! Terra?! Coração?!
Coração paralisado...
Não quero mais sentir, 
Sentir dói...



Lília Durán

quinta-feira, 26 de julho de 2012

ERA UMA VEZ



Era uma vez uma menina
Menina?! Mulher!
Menina-mulher como se diz hoje em dia.
Uma mulher, com jeito de menina, que se envaidecia.

Era uma vez a vaidade
Vaidade?! Maldade!
Sua vaidade se tornou maldade.
Maldade para ela própria, veneno para o outro.
O outro?! Um conhecido...
O conhecido?! Seu pai.

Era uma vez a menina,
Era uma vez a mulher,
Era uma vez a vaidade.
Agora, só lhe restou a maldade.
Dela?! Não! De seu pai.



Lília Durán

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

UM PEDIDO OU UMA DECLARAÇÃO?!






Era uma tarde como outra qualquer, exceto por uma coisa: Você não estava aqui. Se estivesse saberias que lágrimas caíam de meus olhos e, aos prantos, me perguntava “Onde está você?!” Mas, ninguém respondia...
Não podia esconder como me sentia! Precisava dizer ao mundo o feliz que você me fazia, faz e fará enquanto tiver forças para estar viva! Não sou de dizer “Eu te amo” para todos e se te digo saiba que é verdadeiro porque se tem algo que odeio é enganar os outros como me enganaram um dia...
Não sou a melhor do mundo, nem a mais linda. Porém, posso ser a melhor para você e a mais linda aos seus olhos. Não preciso de muito: preciso de Amor! Preciso que você me ame todos os dias como eu te amarei...

Lília Durán

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

INTUIÇÃO



Me tremem as pernas, meus joelhos batem um no outro,
Minhas mãos, suadas, são tomadas de outras mãos,
Firmes, fortes, mãos femininas não serão
É certo que se tratam das masculinas.

Mas, por que me afagam?! Mal conheço este homem,
Então por quê meu coração acelera,
Meu olhar brilha e meu sorriso se ilumina
Como se este fosse o homem da minha vida?!

Será intuição o que sinto?!
Loucura, sonho, desejo?!
Não sei ao certo...
Mas, sei que foi o Amor quem o apresentou...




Lília Durán