quinta-feira, 29 de outubro de 2009

AMOR...MEU GRANDE AMOR...




Por tanto tempo te amei e quando pensei:
"Eu o perdi!" o Destino brincou comigo.
Te deixou perto, tão perto...
De meus olhos, sim, mas longe do meu toque...
E, novamente, o Destino brincou comigo.
Me permitiu o toque, permitiu-me sentir-te ainda mais perto...
 Perto de minhas mãos, mas longe do coração.
Destino, amargo e doce.
Por que brincas comigo?
O deixas assim perto e tão longe do que anseio?!






Ironicamente, não o deixava longe...ao contrário.
O deixava perto, mas com seu livre arbítrio.
Seu livre arbítrio o mantinha longe de meu coração.
Longe do coração?! Doce ilusão...
Sempre o tive, mas na inocente...

Inocente melancolia!
Melancolia de minha mente!
Não enxergava o que estava na minha frente.






Amor, meu grande amor...
Ali! Na minha frente!
Mas, não acreditava...seria óbvio demais...
Doce Destino! Por estar comigo o tempo todo...
Pensei que, na verdade, nunca o tivera...
Inocência ou simples medo?
Não sei...
Sei apenas que sempre o tivera e não sabia...
O tempo todo! Ao meu lado...
Amor, meu grande amor...

Lília Durán 

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

SERÁ??






Me pergunto se quando pensei estar sozinha você estava aqui


O tempo todo e eu em meio às minhas loucuras não percebi.


Apesar de não te ver, ironicamente, te senti...em meu coração.


Senti tão perto de mim que me confundi com meu próprio coração.


Então, por que você não deu nem um sinal?


Será que pensou que minhas loucuras eram culpa sua?!






Culpa sua?? Que ironia!


E eu que pensava que era culpa minha e não sua!


Por que seria culpa sua? Por que haveria de haver um culpado?


Culpemos o Destino se queremos pôr a culpa em alguém!


E se perguntarem: “O que houve??”


Diremos: “Foi culpa do Destino!”






Sempre tendo que culpar alguém!


Por quê?!


Se no final haveríamos unicamente que nos perguntar:


“Será que não foi culpa nossa, mesmo??”

Lília Durán